Com crescimento da circulação de visitantes e maior projeção nacional da capital, segmento ganha espaço entre investidores e influencia novos formatos de empreendimentos

Decorado 33m² Decô Ricardo Paranhos (Créditos - Divulgação Sousa Andrade Construtora)

Segundo estudo elaborado pela FGV Projetos, a pedido do Airbnb, o aluguel por temporada na plataforma movimentou mais de R$ 113 bilhões na economia brasileira em 2025. Os dados – que mostram também uma contribuição de R$ 62,8 bilhões com o Produto Interno Bruto (PIB), e a geração de R$ 31,7 bilhões em renda para a população – ratificam a força desse segmento econômico no Brasil, cuja tendência é crescer cada vez mais.

Atuando como vetor de dinamização econômica e desenvolvimento regional, o aluguel por temporada tem um efeito multiplicador sobre as economias locais, segundo o mesmo estudo da FGV: para cada R$ 10 gastos com a locação na plataforma, outros R$ 45 circulam diretamente na cadeia produtiva dos destinos. O Centro-Oeste, por sua vez, ainda aparece de forma tímida na distribuição por região, representando 4,8% do total nacional, fato que, para o empreendedor e CEO da Sousa Andrade Construtora, em Goiânia, Murilo Andrade, é apenas um indicativo do potencial do local.

“Nos últimos anos Goiânia tem ganhado mais e mais visibilidade no cenário nacional, em um desenvolvimento contínuo que passa, necessariamente, pelo mercado imobiliário. Estivemos como o 3º maior do setor no país, e, em 2026, a nossa capital foi sede do MotoGP, um dos maiores eventos esportivos internacionais do Brasil. Está claro tanto para o empreendedor como para o investidor o potencial ativo da região”, comenta o executivo.

De fato, Goiânia tem entrado no roteiro internacional. O MotoGP foi apenas o início – inclusive, pelos próximos cinco anos, até 2030, a cidade seguirá como sede da competição. Já um levantamento da Pesquisa de Demanda Turística de Goiânia, realizada pelo Observatório de Turismo de Goiânia, mostrou que a cidade recebeu, no último mês de julho, visitantes residentes em 12 países estrangeiros, com Estados Unidos e Argentina liderando a participação.

“Esse movimento também ajuda a explicar a expansão do aluguel por temporada e abre espaço para novos produtos imobiliários pensados para esse perfil de demanda. Na Sousa Andrade, por exemplo, temos empreendimentos que consideram, desde o projeto, a possibilidade de uso para locação de curta duração, com conceito bem definido, localização estratégica, estrutura de lazer e serviços que atendem tanto quem busca uma segunda residência quanto quem procura uma oportunidade de investimento”, afirma Murilo Andrade.

Após o sucesso com o Decô Ricardo Paranhos, o primeiro supercompacto da Alameda Ricardo Paranhos, em uma das regiões mais promissoras da capital goiana, a Sousa Andrade agora se prepara para mais um lançamento nesse formato, desta vez a uma quadra do Shopping Flamboyant.

“No Decô, investimos em metragens altamente rentáveis e em um conceito de alto padrão inspirado no movimento arquitetônico mais emblemático de Goiânia. As unidades menores, comumente destinadas a investidores e, consequentemente, à locação por temporada, foram 100% vendidas no lançamento. Agora, iremos mais uma vez surpreender o mercado com o primeiríssimo lançamento de supercompacto na região do Flamboyant, um perfil de empreendimento nunca antes lançado, ou seja, que possui enorme demanda reprimida. Chegar primeiro é também saber reconhecer o momento certo do mercado, e, para nós, conceito não é apenas inspiração ou discurso: é compromisso com aquilo que entregamos. É transformar uma proposta inovadora em uma entrega à altura do que foi projetado”, finaliza o CEO.