Executivas que atuam na indústria de alimentos, infraestrutura, materiais de construção, soluções industriais B2B, omnichannel e comunicação estratégica mostram como IA, retail media, neurocomunicação, trade marketing e reputação estão redesenhando a competitividade industrial no Brasil.

A indústria brasileira está diante de uma virada silenciosa, mas decisiva. Durante décadas, competitividade industrial esteve associada principalmente a escala produtiva, eficiência operacional, capacidade de distribuição, qualidade técnica e preço. Esses fatores continuam fundamentais, mas já não são suficientes para sustentar crescimento em um ambiente no qual consumidores, clientes B2B, distribuidores, varejistas, especificadores, instaladores e decisores corporativos passaram a interagir com marcas em jornadas mais digitais, fragmentadas, exigentes e orientadas por informação.

O novo jogo industrial não se resume a produzir melhor. Ele exige comunicar melhor, vender melhor, educar melhor, interpretar dados com mais velocidade e transformar atributos técnicos em valor percebido. Para CEOs, CMOs, diretores comerciais e lideranças de inovação, isso significa uma mudança profunda: marketing deixou de ser uma área de apoio e passou a ocupar um lugar estratégico na construção de demanda, reputação, diferenciação e relacionamento de longo prazo.

Os dados ajudam a dimensionar essa transformação. A indústria representa 23,4% do PIB nacional e movimenta R$ 2,56 trilhões no Brasil, segundo a CNI, mostrando o peso econômico do setor e a relevância de qualquer avanço em competitividade, inovação e comunicação para a economia do país. Ao mesmo tempo, o Índice de Transformação Digital Brasil 2025, da PwC Brasil em parceria com a Fundação Dom Cabral, mostra que as empresas brasileiras avançaram em infraestrutura, uso de dados e alinhamento estratégico, mas ainda enfrentam desafios em governança, cultura, inovação, clientes digitais e tecnologias de fronteira.

Na comunicação e no marketing, a aceleração é igualmente evidente. O retail media, que conecta mídia, dados de compra e jornada do consumidor, movimentou R$ 4,8 bilhões em 2025. Para a indústria, esses números indicam que o ponto de venda físico e digital deixou de ser apenas canal de conversão e passou a ser também ambiente de mídia, dados, influência e construção de marca.

Nesse cenário, a reportagem reúne cinco lideranças femininas que atuam em pontos distintos, mas complementares, dessa transformação: Andréia Fukuda de Freitas - Head de Marketing, Trade Marketing e Pesquisa & Desenvolvimento da J. Macêdo; Cristiane Chiarioni Rosa - Head of Marketing and Consumer & Shopper Insight; Fabia Tanabe Miasake - Coordenadora de Marketing da Huesker Brasil e Presidente da MPI Brazil; Fabia Guerra - Head de Marketing da Amanco Wavin; e Gabriela Dias, jornalista, neurocomunicóloga e CEO da GET Comunicações - Assessoria de Imprensa Tier 1 e Marketing Strategy. Juntas, elas ajudam a explicar por que a próxima fronteira da indústria não está apenas na fábrica, mas na capacidade de interpretar comportamento, construir reputação e traduzir complexidade em valor.

Marketing industrial vira pauta estratégica no C-Level

O que antes era visto como comunicação institucional ou suporte comercial tornou-se uma disciplina de inteligência de negócio. Em mercados industriais, a venda raramente depende de um único ponto de contato. Ela envolve cadeia de distribuição, reputação técnica, confiança no fornecedor, recomendação de especialistas, disponibilidade no canal, performance no ponto de venda, demonstração de valor e, cada vez mais, presença digital qualificada.

Para Andréia Fukuda de Freitas, head de Marketing, Trade Marketing e Pesquisa & Desenvolvimento da J. Macêdo, o comportamento do consumidor consolidou-se como omnichannel. Ela lembra que shoppers brasileiros visitam, em média, oito canais de compra diferentes, o que torna as áreas de trade marketing parceiras estratégicas do varejo alimentar. “As lojas físicas mantêm sua força e relevância. Hoje, elas funcionam como pontos fundamentais de experiência direta com a marca. Nesse cenário, as áreas de trade marketing tornam-se parceiras estratégicas do varejo alimentar, desenvolvendo planos 360º que integram a jornada do cliente, do ambiente online ao ponto de venda”, afirma.

A fala aponta para um ponto crítico: o trade marketing deixou de ser apenas execução promocional. Em um mercado no qual retail media, dados de shopper, inteligência artificial e omnichannel avançam rapidamente, trade passa a ser uma área de estratégia comercial, inteligência de canal e construção de experiência. A gôndola, o aplicativo, o marketplace, o conteúdo digital, a embalagem e a recomendação no ponto de venda precisam atuar como partes de uma mesma narrativa.

Andréia destaca que a inteligência artificial será indispensável para o futuro do trade marketing. “Os ganhos passam pela otimização do abastecimento e por uma visão muito mais ágil e precisa da gôndola, controlando aspectos como posicionamento, ruptura e precificação em tempo real e integração entre jornada digital e ponto de venda físico”, afirma. Para a indústria de alimentos, esse avanço se conecta a outra transformação: a busca por saúde, longevidade e bem-estar. Segundo ela, a longevidade redefine a cadeia de produção e distribuição, enquanto benefícios funcionais como melhora do metabolismo, saúde óssea, desempenho e sono passam a influenciar escolhas no ponto de venda. “Comer bem, exercitar-se e manter a mente equilibrada viraram pilares fundamentais de estilo de vida. A indulgência e os benefícios emocionais da comida continuam essenciais, mas os benefícios funcionais passam a ditar as escolhas no ponto de venda”, completa.

Omnichannel deixa de ser integração de canais e vira estratégia de gestão

Se o consumidor não separa físico e digital, a indústria também não pode mais separar marketing, vendas, trade, CRM, atendimento e dados. Para Cristiane Chiarioni Rosa, especialista em marketing e consumer insight, o maior erro é tratar omnichannel como simples integração de canais. “Na prática, o que integramos é a experiência. O consumidor não enxerga departamentos, ele enxerga uma marca”, afirma.

Essa visão é especialmente relevante para empresas industriais que ainda operam em silos. Muitas organizações possuem metas separadas entre marketing, vendas, trade, canais e atendimento, o que fragmenta a experiência mesmo quando cada área performa bem isoladamente. Cristiane defende que a transformação omnichannel exige uma visão única do consumidor e objetivos compartilhados entre áreas. “Não se trata de repetir a mesma comunicação em todos os canais, mas de garantir que cada ponto de contato cumpra seu papel dentro da jornada, preservando a mesma proposta de valor, o mesmo tom e a mesma promessa de marca”, explica.

A executiva também reforça que não há uma ferramenta única capaz de explicar o consumidor. O diferencial está em combinar dados de sell-out, CRM, social listening, pesquisas contínuas, comportamento de navegação e feedback do ponto de venda. “Não acredito em uma ferramenta única capaz de explicar o consumidor, o diferencial está em como combinamos dados quantitativos e qualitativos”, afirma. Quando essas fontes conversam, é possível antecipar mudanças de comportamento antes que elas apareçam nos indicadores tradicionais. “Porém, o mais importante não é a quantidade de dados coletados, é construir uma cultura organizacional que decide a partir de insights”, reforça.

Para Cristiane, a integração real aparece quando a empresa deixa de tratar dados como relatórios isolados e passa a usá-los como base comum para decisões. “Quando integramos dados, canais e contexto, passamos a interagir com o consumidor de forma muito mais relevante: a mensagem certa, no momento certo, pelo canal mais adequado”, afirma. Essa lógica desloca o omnichannel de uma discussão puramente tecnológica para uma agenda de gestão, cultura e colaboração entre áreas. “As marcas mais competitivas do futuro não serão as que têm mais canais, mas as que conseguem entregar jornadas simples, personalizadas e sem atrito”, completa.

Da especificação técnica à confiança do mercado

Em setores industriais, a complexidade técnica costuma ser uma barreira de comunicação. Empresas de infraestrutura, construção, geossintéticos, saneamento, alimentos e bens de consumo frequentemente vendem soluções sofisticadas, mas precisam demonstrar valor a públicos diversos: engenheiros, compradores, distribuidores, instaladores, varejistas, consumidores finais, órgãos públicos, investidores e comunidades.

Fabia Tanabe Miasake, coordenadora de Marketing da HUESKER Brasil e presidente da MPI Brazil, resume esse desafio ao afirmar que o marketing precisa deixar de falar apenas sobre produtos e passar a comunicar soluções para problemas reais. “O cliente não compra uma geogrelha, um geotêxtil ou uma tecnologia de reforço de solo. Ele busca segurança, eficiência, sustentabilidade, redução de custos e confiabilidade para seu projeto”, afirma.

Na visão da executiva, transformar especificações técnicas em histórias exige demonstrar impacto. Isso passa por cases de sucesso, conteúdo técnico, eventos, vídeos, visitas de campo e experiências presenciais. O objetivo é aproximar a tecnologia das pessoas, sem perder rigor técnico. Em mercados B2B, essa tradução é decisiva porque a confiança continua sendo o principal diferencial competitivo.

Fabia também chama atenção para o papel dos eventos corporativos como plataformas estratégicas de reputação, influência e geração de negócios. Para ela, eventos representam um dos momentos mais valiosos da jornada do cliente: “Enquanto as plataformas digitais despertam interesse e disseminam conhecimento, os eventos criam confiança”, afirma. Na indústria, onde decisões envolvem investimentos significativos e projetos de longo prazo, essa confiança pode ser determinante. “Por isso acredito que eventos corporativos deixaram de ser apenas ações de marketing para se tornarem plataformas estratégicas de reputação, influência e geração de negócios”, completa.

A indústria invisível precisa ganhar voz

Um dos maiores desafios das indústrias de base é comunicar aquilo que, muitas vezes, está fora do campo de visão do consumidor. Tubulações, soluções de saneamento, sistemas de infraestrutura, materiais aplicados em obras e tecnologias incorporadas a construções sustentam a vida cotidiana, mas raramente são percebidos como marcas.

Fabia Guerra, head de Marketing da Amanco Wavin, trabalha exatamente nessa fronteira entre indústria pesada, branding, trade marketing e propósito. Para ela, não basta comunicar atributos do produto: é preciso traduzir o impacto que ele gera na vida das pessoas e nos negócios. “Ao falarmos de temas técnicos, buscamos conectá-los a benefícios concretos, como segurança, eficiência, durabilidade e sustentabilidade”, afirma.

A executiva destaca que, na Amanco Wavin, a comunicação precisa considerar toda a jornada dos públicos: distribuidores, varejistas, instaladores, projetistas e consumidor final. Cada um possui necessidades, linguagens e pontos de contato distintos. No trade marketing, a marca organiza sua presença no ponto de venda orientada por confiança, clareza, entendimento e eficiência. “Buscamos atuar como verdadeiros parceiros do varejo, oferecendo soluções que simplificam a jornada de compra e fortalecem o negócio dos nossos clientes”, explica. O objetivo é simplificar a jornada de compra e fortalecer todos os elos da cadeia. “O papel do trade marketing é mais do que apoiar a venda, é garantir consistência, diferenciação e qualidade na execução”, afirma.

Fabia Guerra também traz um insight central para empresas de infraestrutura: muitos produtos industriais estão “invisíveis”, dentro das paredes, sob as ruas e integrados às estruturas que sustentam as cidades. A comunicação tem, portanto, o papel de ajudar as pessoas a enxergar esse valor. “Quando conseguimos traduzir essa presença silenciosa em significado percebido, deixamos de ser apenas fornecedores de soluções e passamos a ser reconhecidos como protagonistas na construção de um futuro mais sustentável e eficiente”, afirma.

Neurocomunicação e imprensa: transformando complexidade técnica em valor real

Se dados mostram o que o consumidor faz, a neurocomunicação ajuda a entender por que determinados estímulos geram atenção, confiança, rejeição, desejo ou lembrança. Para Gabriela Dias, jornalista, neurocomunicóloga e CEO da GET Comunicações, esse é um dos pontos mais estratégicos para marcas industriais que precisam se conectar com audiências cada vez mais dispersas e usar, inclusive, a imprensa como ativo de reputação, autoridade e diferenciação.

“A neurocomunicação ajuda as marcas industriais a sair de uma lógica excessivamente técnica e entrar em uma lógica de significado. O cérebro humano não decide apenas por dados objetivos. Ele decide por relevância, memória, confiança, emoção e percepção de valor”, afirma Gabriela. Para ela, em ambientes omnichannel, cada canal ativa expectativas emocionais diferentes: no digital, o consumidor busca rapidez, clareza e prova social; no ponto de venda, segurança, experiência e tangibilidade; na imprensa, credibilidade; nas redes sociais, identificação.

A neurocomunicação, segundo Gabriela, não substitui dados, trade, branding, imprensa ou reputação. Ela conecta essas dimensões ao funcionamento da atenção humana. Na prática, essa abordagem orienta suas consultorias e planejamentos estratégicos para marcas, ao conectar dados, comportamento, narrativa e presença qualificada na mídia em decisões de comunicação mais precisas. “Em um ambiente de excesso de estímulos, não basta falar mais alto: é preciso construir mensagens mais claras, memoráveis, emocionalmente relevantes e coerentes com a jornada. Não basta conhecer idade, região ou gênero. É preciso entender motivações, personalidade e gatilhos de comportamento”, diz.

Essa visão ganha relevância em um momento no qual a indústria precisa traduzir complexidade para públicos variados, inclusive via imprensa. Nesse processo, a assessoria de imprensa funciona como ponte entre conhecimento técnico e debate público, ajudando a transformar temas complexos em autoridade, contexto e relevância para o mercado. Gabriela defende que comunicação estratégica deve migrar da linguagem de atributo para a linguagem de benefício e, depois, para a linguagem de valor percebido. “A comunicação estratégica tem o papel de transformar complexidade em clareza sem empobrecer o conteúdo. O público final não se conecta com a especificação em si; ele se conecta com o impacto daquela solução em sua vida, em sua rotina, em sua segurança, em seu bem-estar ou em sua produtividade”, afirma. Uma tecnologia de infraestrutura, uma inovação em embalagem, um sistema construtivo ou um alimento com formulação diferenciada precisam ser comunicados não apenas como “o que são”, mas como “o que melhoram” e “por que importam”. “A boa narrativa industrial revela o invisível e mostra que, por trás de um produto técnico, existe uma promessa humana”, completa.

Para decisores industriais, essa abordagem tem impacto direto no negócio. Marcas que reduzem ruído cognitivo, constroem confiança, conquistam presença qualificada na imprensa e entregam narrativas consistentes tendem a acelerar compreensão, encurtar objeções, fortalecer reputação e aumentar a capacidade de diferenciação. Em outras palavras: “comunicação deixa de ser custo e passa a ser infraestrutura estratégica de crescimento”, comenta.

IA, dados e reputação: a nova equação competitiva

A expansão da IA no marketing, do retail media e dos dados próprios cria uma nova equação competitiva para a indústria. Não se trata apenas de automatizar campanhas ou produzir conteúdo em escala. O desafio está em transformar dados em decisões, decisões em experiências e experiências em reputação.

O retail media ilustra bem essa mudança. Ao combinar dados de compra, mídia e contexto de decisão, ele aproxima marketing e conversão, permitindo campanhas mais precisas e mensuração mais direta. Para indústrias de alimentos, bens de consumo, construção e infraestrutura, isso significa que a estratégia de marca precisa conversar com a estratégia comercial em tempo real. A campanha que gera awareness, o conteúdo que educa, o material de ponto de venda que orienta, a exposição no canal e a conversão precisam ser pensados como partes de um mesmo sistema.

Ao mesmo tempo, a IA amplia a capacidade de prever demanda, personalizar mensagens, analisar comportamento, otimizar abastecimento, interpretar sentimentos e apoiar decisões. Mas as entrevistadas convergem em um ponto: tecnologia sem estratégia não gera vantagem sustentável. O diferencial está em transformar inteligência técnica em decisões mais humanas, consistentes e conectadas ao negócio. Andréia traduz essa mudança pela ótica da personalização ao afirmar que “comunicar em massa não funciona mais; o diálogo precisa ser individual”. Fabia Guerra amplia a leitura para o campo da reputação e do valor percebido: “Quando conseguimos traduzir essa presença silenciosa em significado percebido, deixamos de ser apenas fornecedores de soluções e passamos a ser reconhecidos como protagonistas na construção de um futuro mais sustentável e eficiente”.

Essa integração também responde a uma dor comum dos CEOs e líderes industriais: como justificar investimentos em marketing e comunicação em ambientes pressionados por custos, margens, produtividade e eficiência operacional? A resposta está em tratar reputação, marca e experiência como ativos mensuráveis. Uma marca industrial forte reduz desconfiança, facilita entrada em novos canais, fortalece relacionamento com distribuidores, aumenta preferência, melhora negociação, atrai talentos e protege a empresa em momentos de crise.

A disputa agora é por relevância, confiança e capacidade de influência

À medida que marketing, dados e reputação se aproximam das decisões de negócio, a agenda deixa de pertencer apenas às áreas de comunicação e passa a interessar diretamente às lideranças industriais. A transformação do marketing não é uma pauta estética, promocional ou periférica: ela toca competitividade, crescimento e risco reputacional. Empresas que não conseguem comunicar valor técnico em linguagem de negócio perdem espaço para concorrentes mais claros, mais memoráveis e mais conectados ao mercado.

O “hype” do momento: IA, retail media, dados, personalização, omnichannel e neurocomunicação, só faz sentido quando conectado a problemas reais da indústria: ruptura no ponto de venda, baixa diferenciação, dificuldade de explicar inovação, disputa por atenção, pressão por eficiência, jornada fragmentada, crise de confiança, necessidade de atrair talentos e exigência crescente por sustentabilidade.

A nova fronteira está na capacidade de unir engenharia, dados, marca e emoção. A indústria que entende essa combinação passa a construir não apenas produtos melhores, mas relações mais fortes. E relações fortes são decisivas em mercados de ciclo longo, alta complexidade, ticket relevante e múltiplos influenciadores de decisão.

Em um mercado em que todos competem por atenção, confiança e relevância, a indústria que souber transformar dados em insight, tecnologia em experiência e complexidade em narrativa terá uma vantagem difícil de copiar. Porque, no fim, a disputa não será apenas pela melhor solução técnica, mas pela marca que conseguir ser compreendida, lembrada, recomendada e escolhida.

Serviço editorial:
A série “Liderança feminina no marketing” propõe um debate atual para veículos de imprensa especializados ao discutir como o marketing entra em uma nova fase de maturidade: menos guiada pelo fascínio das ferramentas e mais orientada por estratégia, confiança, reputação, leitura de contexto e conexão humana. Nesta terceira pauta, a reportagem mostra por que a inovação no marketing deixou de ser apenas uma agenda tecnológica e passou a ocupar um papel central na competitividade das marcas, e como mulheres líderes estão no centro dessa transformação, conectando dados, inteligência artificial, omnichannel, experiência, narrativa e valor percebido.

Entrevistadas (em ordem alfabética):

- Andréia Fukuda de Freitas – Head de Marketing, Trade Marketing e Pesquisa & Desenvolvimento | J. Macêdo

LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/andr%C3%A9ia-fukuda-de-freitas-7b073614/


- Cristiane Chiarioni Rosa - Head of Marketing and Consumer & Shopper Insight

LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/cristianechiarionirosa/


- Fabia Guerra - Head de Marketing Communications Brazil & Argentina na Amanco Wavin | Branding | Marketing Digital | Comunicação Corporativa | Trade Marketing

LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/fabiaguerra/


- Fabia Tanabe Miasake – Coordenadora de Marketing | Huesker Brasil | Presidente da MPI Brazil | Personalidade do Ano – Prêmio Caio 2020 e 2025

LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/fabia-tanabe-miasake/

 

- Gabriela Dias – Neurocomunicóloga | Marketing Strategy & Planning Specialist | Jornalista | CEO da GET Comunicações – Assessoria de Imprensa Tier1

LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/gabriela-dias-getcomunicacoes/